Sim, isso mesmo, Dom Caixote uma lembrança só no nome a Dom Quixote um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes um clássico da literatura um conquistador. O Dom Caixote faz referência a um nordestino nascido no interior do Estado do Maranhão e criado no cerrado de Brasília que estava se aventurando na praia de Copa Cabana no Rio de Janeiro. Claro que não se trata de nenhum clássico da literatura como o de Cervantes, mas de um homem destemido e cheio e auto confiança diante dos obstáculos que a vida o proporciona. Mesmo derrotado pelo mar, ainda sim, sentiu-se um herói diante de seu maior obstáculo seus medos.
Dia 26 de dezembro, nosso herói se depara com o mar, praticamente, pela primeira vez, pois nesta mesma praia há anos atrás ele a visitou, mas não quis travar o bom combate contra o seu oponente que reina majestoso com suas ondas ferozes e incansáveis. Neste segundo encontro não teveram como fugir à batalha campal entre eles, que duraria por horas. Nos primeiros contatos o nosso herói foi destemido, adentrando o mar com cuidado, analisando-o e sentindo a sua força desproporcional entre ambos. Foi pegando auto confiança, mas sentiu que o mar não lhe derá um instante se quer de descanso com suas ondas fortes e intermináveis. Logo no primeiro descuido veio o, deprimente e humilhante, “caixote” (no Rio de Janeiro quando a pessoa é arrastada pelas ondas e chamada de: caixote). Seu corpo foi jogado na areia com tanta força que rolou igual papel ao vento sem rumo, mas mesmo assim, persistiu e continuou a lutar contra o seu “oponente” (uma batalha imaginária). Por muitas vezes foi batido no rosto, na barriga, nas costas pelas ondas. A batalha foi por quatro horas. Nosso herói já sentado na areia pronto para ir embora vitorioso por tal enfrentamento e se vangloriando de já esta com status de Carioca que conhece o mar desde tenra idade. Foi quando lhe bateu aquela vontade de dar aquele último mergulho como se faz nas psinas. Foi justamente neste retorno que se distraiu e foi engolido por uma grande onda que o nocauteou jogando-o de cabeça na área com tanta violência que o fez perder, por alguns segundos, os sentidos e a sensibilidade dos braços. Quase não conseguindo se levantar para fugir do combate seguindo o extinto de sobrevivência. Quando, finalmente, conseguiu se levantar, foi abatido novamente que o levou de volta a chão. Um combate sem juiz ou médico para problemas mais graves diante de tanta violência dispensada, mas diante de uma plateia ernome de pessoas que nem ligaram para o que estava acontecendo, pois para eles aquela luta desigual é natural principalmente se trantando de turistas do cerrado.
O que restou ao nosso herói foi à tristeza da derrota e a lição de que não se deve desafiar ou lutar contra alguém ou algo que não conhecemos ou mesmo sem um condicionamento físico para tal. Nem sempre ser destemido e corajoso é sinônimo de valentia e muito menos de masculinidade e sim uma tremenda falta de inteligência, pois um bom combate só se faz com preparo prévio e conhecimento de nosso oponente. Nunca devemos subestimar a ninguém ou alguma coisa. Ser cauteloso não é sinônimo de fraqueza, nem de longe covardia, mas sim de inteligência diante da vida.
Evaldo
30/12/2010
Obrigada pela visita doçura, volte mais vezes.
ResponderExcluirFofo o seu blog.
http://cha-com-cupcakes.blogspot.com
Bjs e não some
Feliz 2011!
Przado Dom Caixote,
ResponderExcluirAgora, podemos dizer que o seu filme preferido nao é mais E o Vento Levou, e sim E a Onda Levou...kkk beijo amor, mt divertido te ler