Nos dias atuais ser um educador está se tornando uma profissão de risco, não é muito difícil recebermos pelos meios de comunicação matérias jornalísticas que falem sobre professores agredidos ou, mesmo, mortos por alunos. A cada ano que passa o problema vem se agravando devido às inversões de papeis entre pais e educadores. Os pais alegam falta de tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, tomarem a lição ou mesmo ajudá-los nesta tarefa e acabam deixando a cargo dos professores uma obrigação que é exclusivamente deles e alguns pais se acham no direito de questionar o educador quando os filhos tiram notas baixas, muitas vezes diante dos próprios filhos que vendo isso se sentem a vontade para desrespeitar o mestre em sala de aula de aula. Há pouco em uma reportagem foi mostrada a imagem de uma professora em São Paulo com os dois braços engessados vítima de um de seus alunos que não aceitou o seu próprio fracasso diante da matéria ministrada pela por ela. Isso é preocupante imagine uma pessoa dessas no mercado de trabalho. Ao ser contrariado o que será capaz de fazer com quem a contrarie? Nas décadas passada era um orgulho para as famílias ter uma filha professora em casa. Hoje em dia se um educador, infelizmente está se tornando praticamente uma questão de sobrevivência, pois a super desvalorização dos professores e constante e sem expectativas de mudanças em médio ou mesmo longo prazo. Por conta disso temos os exemplos mais gritantes em nosso ensino superior mostrado no jornal hoje da rede globo de televisão: as provas da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e mais recentemente no CRM – SP (Conselho Regional de Medicina) que juntas tiveram índices de reprovações maiores que 60% de seus futuros profissionais. No caso do CRM-SP, alguns dos futuros médicos foram incapazes de ler com segurança uma simples radiografia e diagnosticar problemas básicos de saúde. O que é pior nisso tudo é que está ocorrendo em todas as áreas do conhecimento de nível superior tais como: Contabilidades, engenharia entre outros. Nas faculdades é muito comum ouvir alunos falando, - estou fazendo faculdade para prestar concursos públicos. Então não se interessam em serem bons profissionais os que realmente o interessa a eles é o diploma de curso superior. Se continuar-mos neste ritmo qual será o futuro de nossa economia. Será que teremos que importar mão de obra qualificada de países em que a educação é levada a sérios tanto pelos alunos como o governo? Muitos podem dizer: - hoje, vivemos em um mundo diferente, evoluímos muito, temos o “Google”, os telefones celulares, Ipad e tantos outros aparelhos modernos que facilitam o ato de se comunicar. Nas faculdades os alunos estão cada vez mais lendo menos, quando cobrados a ler alguma coisa buscam resumos de livros na internet o que é um risco, pois quase sempre não formam suas próprias opiniões ficando, como papagaios, meros repetidores de pensamentos alheios. Temos hoje as faculdades e cursos de pós-graduação virtuais isso é uma inovação na qual não temos mais como voltar no tempo, mas para que essa inovação forme bons profissionais é necessária uma boa educação básica que é o alicerce para essa nova era do ensino no Brasil, pois é ela que vai desenvolver no aluno o desejo de aprender e se transformar em um verdadeiro formador de opiniões. O problema já está aí, os meios de comunicação nos mostram reportagens dizendo que há vagas sobrando para quem tem qualificação profissional. Ficamos com aquela sensação de impotência diante dos bons salários oferecidos e não nos sentirmos capazes de ocupar tal vaga e pensamos assim: porque, não estudei quando tinha todo o tempo do mundo para isso, porque não abracei os livros quando meus pais diziam: - meu filho estude, pois essa é a única coisa que eu posso proporcionar a você. Mas, somos seres humanos e muitos de nos infelizmente precisamos sofrer primeiro para depois aprender. Isso é meio chato de falar, mas é a mais pura verdade. Estamos em um círculo vicioso no qual os professores estão cada vez mais desestimulados, os alunos muitos deles não querem estudar e acham que estudar é ruim. O se faz necessário e urgente é a mudança radical na maneira que a educação é ministrada no Brasil fazendo do ensino uma tarefa agradável e que desperte no corpo docente a curiosidade e desejo em aprender, claro que já mudou muita coisa, mas ainda há muita coisa para ser mudada e principalmente na mentalidade dos pais e alunos. Para que isso ocorra faz-se necessária muita vontade política e investimento em recursos materiais, financeiros e humanos. Não estamos em uma situação mais alarmante na educação devido muitas vezes à paixão de grande parte dos profissionais da área que acreditam na educação. Esses professores têm uma visão apaixonada sobre o assunto e acreditam que só com a educação superaremos nossos problemas. Há muito tempo atrás se vinculou na televisão uma propaganda que dizia assim: - UM PAI SE FAZ DE HOMENS E LIVROS. Não podemos deixar que nossas crianças achem natural um palhaço de circo praticamente analfabeto chegar a ser um Deputado Federal, um metalúrgico ser um presidente da república e que o estudos podem ficar para segundo plano. Para que isso ocorra precisamos de uma força tarefa no qual todos nos indistintamente deveremos incentivar as crianças a lerem e ler muito, fazê-las acompanhar os noticiários de televisão, ler revistas, jornais e livros. Devemos dar o exemplo a nossos filhos, sobrinho ou netos fazendo comentários de livros que já lemos, contando as histórias pela metade apenas para instigar neles a vontade de ler também. Todos nos de alguma forma somos indiretamente responsáveis pela educação em nosso país que tanto amamos. Evaldo.terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Observem a imagem abaixo e tire suas conclusões
Nos dias atuais ser um educador está se tornando uma profissão de risco, não é muito difícil recebermos pelos meios de comunicação matérias jornalísticas que falem sobre professores agredidos ou, mesmo, mortos por alunos. A cada ano que passa o problema vem se agravando devido às inversões de papeis entre pais e educadores. Os pais alegam falta de tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, tomarem a lição ou mesmo ajudá-los nesta tarefa e acabam deixando a cargo dos professores uma obrigação que é exclusivamente deles e alguns pais se acham no direito de questionar o educador quando os filhos tiram notas baixas, muitas vezes diante dos próprios filhos que vendo isso se sentem a vontade para desrespeitar o mestre em sala de aula de aula. Há pouco em uma reportagem foi mostrada a imagem de uma professora em São Paulo com os dois braços engessados vítima de um de seus alunos que não aceitou o seu próprio fracasso diante da matéria ministrada pela por ela. Isso é preocupante imagine uma pessoa dessas no mercado de trabalho. Ao ser contrariado o que será capaz de fazer com quem a contrarie? Nas décadas passada era um orgulho para as famílias ter uma filha professora em casa. Hoje em dia se um educador, infelizmente está se tornando praticamente uma questão de sobrevivência, pois a super desvalorização dos professores e constante e sem expectativas de mudanças em médio ou mesmo longo prazo. Por conta disso temos os exemplos mais gritantes em nosso ensino superior mostrado no jornal hoje da rede globo de televisão: as provas da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e mais recentemente no CRM – SP (Conselho Regional de Medicina) que juntas tiveram índices de reprovações maiores que 60% de seus futuros profissionais. No caso do CRM-SP, alguns dos futuros médicos foram incapazes de ler com segurança uma simples radiografia e diagnosticar problemas básicos de saúde. O que é pior nisso tudo é que está ocorrendo em todas as áreas do conhecimento de nível superior tais como: Contabilidades, engenharia entre outros. Nas faculdades é muito comum ouvir alunos falando, - estou fazendo faculdade para prestar concursos públicos. Então não se interessam em serem bons profissionais os que realmente o interessa a eles é o diploma de curso superior. Se continuar-mos neste ritmo qual será o futuro de nossa economia. Será que teremos que importar mão de obra qualificada de países em que a educação é levada a sérios tanto pelos alunos como o governo? Muitos podem dizer: - hoje, vivemos em um mundo diferente, evoluímos muito, temos o “Google”, os telefones celulares, Ipad e tantos outros aparelhos modernos que facilitam o ato de se comunicar. Nas faculdades os alunos estão cada vez mais lendo menos, quando cobrados a ler alguma coisa buscam resumos de livros na internet o que é um risco, pois quase sempre não formam suas próprias opiniões ficando, como papagaios, meros repetidores de pensamentos alheios. Temos hoje as faculdades e cursos de pós-graduação virtuais isso é uma inovação na qual não temos mais como voltar no tempo, mas para que essa inovação forme bons profissionais é necessária uma boa educação básica que é o alicerce para essa nova era do ensino no Brasil, pois é ela que vai desenvolver no aluno o desejo de aprender e se transformar em um verdadeiro formador de opiniões. O problema já está aí, os meios de comunicação nos mostram reportagens dizendo que há vagas sobrando para quem tem qualificação profissional. Ficamos com aquela sensação de impotência diante dos bons salários oferecidos e não nos sentirmos capazes de ocupar tal vaga e pensamos assim: porque, não estudei quando tinha todo o tempo do mundo para isso, porque não abracei os livros quando meus pais diziam: - meu filho estude, pois essa é a única coisa que eu posso proporcionar a você. Mas, somos seres humanos e muitos de nos infelizmente precisamos sofrer primeiro para depois aprender. Isso é meio chato de falar, mas é a mais pura verdade. Estamos em um círculo vicioso no qual os professores estão cada vez mais desestimulados, os alunos muitos deles não querem estudar e acham que estudar é ruim. O se faz necessário e urgente é a mudança radical na maneira que a educação é ministrada no Brasil fazendo do ensino uma tarefa agradável e que desperte no corpo docente a curiosidade e desejo em aprender, claro que já mudou muita coisa, mas ainda há muita coisa para ser mudada e principalmente na mentalidade dos pais e alunos. Para que isso ocorra faz-se necessária muita vontade política e investimento em recursos materiais, financeiros e humanos. Não estamos em uma situação mais alarmante na educação devido muitas vezes à paixão de grande parte dos profissionais da área que acreditam na educação. Esses professores têm uma visão apaixonada sobre o assunto e acreditam que só com a educação superaremos nossos problemas. Há muito tempo atrás se vinculou na televisão uma propaganda que dizia assim: - UM PAI SE FAZ DE HOMENS E LIVROS. Não podemos deixar que nossas crianças achem natural um palhaço de circo praticamente analfabeto chegar a ser um Deputado Federal, um metalúrgico ser um presidente da república e que o estudos podem ficar para segundo plano. Para que isso ocorra precisamos de uma força tarefa no qual todos nos indistintamente deveremos incentivar as crianças a lerem e ler muito, fazê-las acompanhar os noticiários de televisão, ler revistas, jornais e livros. Devemos dar o exemplo a nossos filhos, sobrinho ou netos fazendo comentários de livros que já lemos, contando as histórias pela metade apenas para instigar neles a vontade de ler também. Todos nos de alguma forma somos indiretamente responsáveis pela educação em nosso país que tanto amamos. Evaldo.
Nos dias atuais ser um educador está se tornando uma profissão de risco, não é muito difícil recebermos pelos meios de comunicação matérias jornalísticas que falem sobre professores agredidos ou, mesmo, mortos por alunos. A cada ano que passa o problema vem se agravando devido às inversões de papeis entre pais e educadores. Os pais alegam falta de tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, tomarem a lição ou mesmo ajudá-los nesta tarefa e acabam deixando a cargo dos professores uma obrigação que é exclusivamente deles e alguns pais se acham no direito de questionar o educador quando os filhos tiram notas baixas, muitas vezes diante dos próprios filhos que vendo isso se sentem a vontade para desrespeitar o mestre em sala de aula de aula. Há pouco em uma reportagem foi mostrada a imagem de uma professora em São Paulo com os dois braços engessados vítima de um de seus alunos que não aceitou o seu próprio fracasso diante da matéria ministrada pela por ela. Isso é preocupante imagine uma pessoa dessas no mercado de trabalho. Ao ser contrariado o que será capaz de fazer com quem a contrarie? Nas décadas passada era um orgulho para as famílias ter uma filha professora em casa. Hoje em dia se um educador, infelizmente está se tornando praticamente uma questão de sobrevivência, pois a super desvalorização dos professores e constante e sem expectativas de mudanças em médio ou mesmo longo prazo. Por conta disso temos os exemplos mais gritantes em nosso ensino superior mostrado no jornal hoje da rede globo de televisão: as provas da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e mais recentemente no CRM – SP (Conselho Regional de Medicina) que juntas tiveram índices de reprovações maiores que 60% de seus futuros profissionais. No caso do CRM-SP, alguns dos futuros médicos foram incapazes de ler com segurança uma simples radiografia e diagnosticar problemas básicos de saúde. O que é pior nisso tudo é que está ocorrendo em todas as áreas do conhecimento de nível superior tais como: Contabilidades, engenharia entre outros. Nas faculdades é muito comum ouvir alunos falando, - estou fazendo faculdade para prestar concursos públicos. Então não se interessam em serem bons profissionais os que realmente o interessa a eles é o diploma de curso superior. Se continuar-mos neste ritmo qual será o futuro de nossa economia. Será que teremos que importar mão de obra qualificada de países em que a educação é levada a sérios tanto pelos alunos como o governo? Muitos podem dizer: - hoje, vivemos em um mundo diferente, evoluímos muito, temos o “Google”, os telefones celulares, Ipad e tantos outros aparelhos modernos que facilitam o ato de se comunicar. Nas faculdades os alunos estão cada vez mais lendo menos, quando cobrados a ler alguma coisa buscam resumos de livros na internet o que é um risco, pois quase sempre não formam suas próprias opiniões ficando, como papagaios, meros repetidores de pensamentos alheios. Temos hoje as faculdades e cursos de pós-graduação virtuais isso é uma inovação na qual não temos mais como voltar no tempo, mas para que essa inovação forme bons profissionais é necessária uma boa educação básica que é o alicerce para essa nova era do ensino no Brasil, pois é ela que vai desenvolver no aluno o desejo de aprender e se transformar em um verdadeiro formador de opiniões. O problema já está aí, os meios de comunicação nos mostram reportagens dizendo que há vagas sobrando para quem tem qualificação profissional. Ficamos com aquela sensação de impotência diante dos bons salários oferecidos e não nos sentirmos capazes de ocupar tal vaga e pensamos assim: porque, não estudei quando tinha todo o tempo do mundo para isso, porque não abracei os livros quando meus pais diziam: - meu filho estude, pois essa é a única coisa que eu posso proporcionar a você. Mas, somos seres humanos e muitos de nos infelizmente precisamos sofrer primeiro para depois aprender. Isso é meio chato de falar, mas é a mais pura verdade. Estamos em um círculo vicioso no qual os professores estão cada vez mais desestimulados, os alunos muitos deles não querem estudar e acham que estudar é ruim. O se faz necessário e urgente é a mudança radical na maneira que a educação é ministrada no Brasil fazendo do ensino uma tarefa agradável e que desperte no corpo docente a curiosidade e desejo em aprender, claro que já mudou muita coisa, mas ainda há muita coisa para ser mudada e principalmente na mentalidade dos pais e alunos. Para que isso ocorra faz-se necessária muita vontade política e investimento em recursos materiais, financeiros e humanos. Não estamos em uma situação mais alarmante na educação devido muitas vezes à paixão de grande parte dos profissionais da área que acreditam na educação. Esses professores têm uma visão apaixonada sobre o assunto e acreditam que só com a educação superaremos nossos problemas. Há muito tempo atrás se vinculou na televisão uma propaganda que dizia assim: - UM PAI SE FAZ DE HOMENS E LIVROS. Não podemos deixar que nossas crianças achem natural um palhaço de circo praticamente analfabeto chegar a ser um Deputado Federal, um metalúrgico ser um presidente da república e que o estudos podem ficar para segundo plano. Para que isso ocorra precisamos de uma força tarefa no qual todos nos indistintamente deveremos incentivar as crianças a lerem e ler muito, fazê-las acompanhar os noticiários de televisão, ler revistas, jornais e livros. Devemos dar o exemplo a nossos filhos, sobrinho ou netos fazendo comentários de livros que já lemos, contando as histórias pela metade apenas para instigar neles a vontade de ler também. Todos nos de alguma forma somos indiretamente responsáveis pela educação em nosso país que tanto amamos. Evaldo.
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Nooooooossa!!! O blog tá lindo. Mas ainda estou sentindo falta de uma coisa: a data dos posts.
ResponderExcluirBeijos, querido. Como foi seu passeio pela minha cidade?